Câncer de Rim

O câncer de rim tem sido cada vez mais diagnosticado, normalmente como um achado, ou seja, em um exame de rotina. A incidência é maior a partir dos 50-60 anos de idade, mas tenho visto muitos casos também em pacientes jovens, a partir de 35 anos de idade. Em relação ao sexo, o câncer de rim acomete mais homens, em uma proporção de 3 para 2.
Cancer de Rim em Curitiba - Mark Neumaier Urologista

Fatores de risco

Os principais fatores de risco neste caso, são modificáveis, ou seja, é possível você reduzir as chances de desenvolver o câncer de rim. São eles: – Tabagismo, – Hipertensão (pressão alta), – Obesidade. * Isso não significa que ter um hábito saudável e sem fatores de risco livre você do câncer, apenas reduz as chances! Outros fatores são imutáveis, ou seja, não podemos modificar as chances de desenvolver o câncer. São eles: – História familiar (em parentes de primeiro grau) – aumenta em 4 X a chance! Existem algumas síndromes hereditárias que são bem ligadas ao câncer de rim, sendo a Doença de Von-Hippel-Lindau a mais conhecida. Ela é uma doença que se manifesta com outras condições além do câncer de rim: tumor do sistema nervoso central, tumor de adrenal (feocromocitoma), cistos no pâncreas e tumor de epidídimo.

Sintomas

Como comentei anteriormente, a maioria dos tumores de rim não se manifesta, não dá sintomas. Apenas 10% podem ter dor nas costas (em um lado), sangramento na urina e/ou uma massa que é palpável no abdome. O câncer de rim não dá sintomas na maioria dos casos!

Prevenção

De forma geral, o principal tratamento é a retirada do tumor por cirurgia minimamente invasiva. O tipo de cirurgia depende muito da localização do tumor dentro do rim – se totalmente dentro do rim, se está bem no “miolo” do rim ou se cresceu mais para fora do rim; mas também do tamanho do tumor. É possível na maioria dos casos, preservar o rim e retirar apenas o tumor! Quando o tumor de rim é grande ou uma localização desfavorável, é preciso retirar o rim inteiro. Somente após a retirada do tumor e análise de patologista é que conseguimos confirmar se o tumor é realmente maligno ou benigno. Isto porque mesmo com características de câncer no exame de imagem, ele pode ser benigno na análise da patologia. Isto ocorre em até 20% dos casos. Alguns casos eu indico crioterapia ou radioablação, um procedimento guiado por tomografia que tem por objetivo destruir o tumor através de uma agulha.

Tratamentos

De forma geral, o principal tratamento é a retirada do tumor por cirurgia minimamente invasiva. O tipo de cirurgia depende muito da localização do tumor dentro do rim – se totalmente dentro do rim, se está bem no “miolo” do rim ou se cresceu mais para fora do rim; mas também do tamanho do tumor. É possível na maioria dos casos, preservar o rim e retirar apenas o tumor! Quando o tumor de rim é grande ou uma localização desfavorável, é preciso retirar o rim inteiro. Somente após a retirada do tumor e análise de patologista é que conseguimos confirmar se o tumor é realmente maligno ou benigno. Isto porque mesmo com características de câncer no exame de imagem, ele pode ser benigno na análise da patologia. Isto ocorre em até 20% dos casos. Alguns casos eu indico crioterapia ou radioablação, um procedimento guiado por tomografia que tem por objetivo destruir o tumor através de uma agulha. Mesmo com todo o avanço dos últimos anos, ainda vemos alguns tumores voltando. Os principais fatores de risco de prognóstico são: – Tamanho do tumor. – Característica das células – visto pelo patologista. – Saúde do paciente – comorbidades.

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Câncer de Rim

Entrevista do Dr. Mark Neumaier para a TV Evangelizar, a respeito do Novembro Azul.

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